quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

metamorfose!

mudei de ideia por completo do que idealizei ontem!
o que penso agora não é mais o que pensei agora pouco.
estou entre o lugar que não localizo
o lugar deslocalizado e descentralizado subverte a ordem do linear
deus
meu
as cabeças rolaram no desespero do não-ser
o ser se descongelará da inércia determinada do eu-contínuo
o único morreu
o outro nasceu [?]
!


como desnudar?

prq nos incomodamos? o que nos incomoda? prq o outro, no outro e o do outro tanto nos incomoda? prq o nosso eu não nos incomoda tanto quanto o eu do outro?
prq isso incomoda e o aquilo não incomoda? qual é ou quais são os mecanismos de seleção ao escolhermos o que incomodará ou não incomodará?
o que "determina" as nossas inquietudes e, de certa forma, as nossas defesas e resistências?
e onde somos subalternos para além da subalternidade que nos abraça em questões culturais e afins?
e, nesse enlaço e embalo, como subverter as escolhas que não são nossas mesmos impregnadas em nós e no outro?
COMO DESNUDAR?
como atingir a palavra lá no fundo, no fundo fundo fundo onde ela é prisioneira?

pensando em Derrida e em outros que nos ajudam a pensar para além do pensar-pequeno.